Sara tem 6 anos e enfrenta uma leucemia avançada — 11 meses de quimioterapia, e dias em que falta comida em casa
Sara tem 6 anos. Adora desenhar princesas, brincar de escolinha com as bonecas e correr atrás do cachorro no quintal de casa. Até poucos meses atrás, essa era a rotina simples e feliz dela.
Só que o corpo da Sara começou a mudar. Primeiro foram as manchas roxas que apareciam sem motivo. Depois, um cansaço que não passava nem depois de dormir a noite inteira. Por fim, a barriga começou a inchar.
"O médico olhou o resultado do exame de sangue e me chamou para conversar sozinha, sem a Sara por perto. Foi aí que eu soube que não era brincadeira." — relata a mãe.
O diagnóstico chegou como um soco: leucemia em estado avançado. Uma doença que ataca o sangue e a medula óssea da Sara — e que, de um dia para o outro, transformou uma menina de 6 anos em uma guerreira que ela nunca pediu para ser.
No dia em que voltaram do hospital com a notícia, a Sara puxou a mãe pela manga e perguntou baixinho: "Mãe, é por isso que meu cabelo vai cair? Eu ainda vou poder brincar de princesa?"
De lá para cá, já são 11 meses de luta: sessões de quimioterapia que deixam a Sara sem forças por dias, internações que se repetem e uma rotina de exames que parece não ter fim.
O tratamento de uma criança com leucemia não envolve só o hospital. Envolve passagem, alimentação reforçada, remédios de suporte, exames — um custo total estimado em R$ 50.000 que essa família não tem como bancar sozinha.
Tem dias em que a mãe da Sara caminha até o posto de saúde para economizar o dinheiro da passagem — e guardar aquele valor para a alimentação da filha.
Tem dias que não tem comida em casa. Tem dias que a família precisa escolher entre pagar uma conta básica ou separar o dinheiro do ônibus até o hospital. Enquanto isso, a Sara segue precisando de uma alimentação melhor, que ajude o corpinho dela a resistir aos efeitos da quimioterapia.
O que ela pediu outro dia, seguindo os pontinhos do desenho no caderninho do hospital: "Mãe, quando eu ficar boa eu quero usar aquele sapatinho novo para ir na escola."
O tratamento está funcionando. O que falta não é vontade de lutar — é ter comida na mesa e dinheiro para a passagem em cada sessão.
Se esta página chegou até você, não foi por acaso. Talvez alguém de confiança tenha compartilhado. Talvez você tenha buscado uma forma de fazer algo que realmente importe.
Uma doação de qualquer valor — R$ 20, R$ 50, R$ 100 — somada à de centenas de outras pessoas é o que vai manter a Sara em tratamento sem faltar nada. E se hoje não for possível doar, compartilhe. A mensagem certa, chegando à pessoa certa, pode ser o que falta para completar essa meta.
Se você pode doar, doe agora. Se não puder, compartilhe. Cada sessão de quimioterapia conta para a Sara.
Sua doação vai diretamente para o custeio do tratamento da Sara,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.